domingo, 7 de julho de 2013

Cais.

No meio dessa imensidão de águas,
Eu sou apenas uma gota
Espalhada no fundo desse mar;
Que insiste em calhar no fundo desse amar.

E por não saber lidar,
Fico lá, esperando o balanço das ondas voltar
Para enfim então, saltar; até me encontrar.
E cá, estou. Esperando te encontrar...

E entrei na onda desse poema,
Sem saber onde parar...
Que navegando pelo mar:

Eu atraquei na onda do teu barco,
E descobri que barco ancorado,
Não chega até o cais.