segunda-feira, 22 de abril de 2013

Ponto de ônibus.

Hoje me parecia um dia normal, sendo mais uma rotina cansativa de trabalho. O tempo estava meio sol, meio chuva (estava meio louco). Após o horário da minha saída do trabalho, eu vou de encontro ao ponto de ônibus, que como qualquer dos outros dias, parecia apenas um ponto de ônibus. Porém, ao ficar uns 10 minutos esperando (avulso como sempre), eu comecei a senti um cheiro de um perfume que me lembrava um certo lugar. Juro, que naquele instante, eu lembrei de todas as coisas em que eu passei, e em tudo que vivi lá. E esse aroma por assim dizer, me fez pensar em tantas coisas, que por vários momentos, eu esqueci que estava naquele ponto. Mas, com o sopro do vento, tudo isso se desfez na minha cabeça, levando para bem longe o perfume, que por muito tempo eu não sentia. É... De uma coisa eu tenho certeza: Tudo passa. Até meu ônibus... Droga! Perdi!

sábado, 20 de abril de 2013

Raios de esperanças.

Logo depois da chuva, vem o sol... E se chover novamente,
lembre-se: sempre haverá um sol a sua espera!
Apenas. Isso.


domingo, 14 de abril de 2013

Dia qualquer.

E mais um dia que vai se completar. Estou aqui pensando e imaginando, como tudo deveria ser ou como deveria está. Me vejo em todos os lugares, a procura de mim, sem saber como agir ou onde vou chegar. Sou um tanto quanto confuso; Nunca termino as coisas que começo, que por  um tempo aquilo era minha certeza... Porém, a vida vem me mostrando caminhos alternativos em que eu posso seguir, só basta eu ter determinação e força de vontade para consegui-los. Enfim... Estou aqui antes de dormir à pensar em como vou ficar, mas o que me resta agora é ir dormir; Quem sabe amanhã eu não volte a pensar, como tudo deve ficar.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O marujo ainda vive...

Estou a deriva de um barco, em pleno mar. Depois que as tempestades pararam de assolar meu coração, a maré abaixou. Me vejo navegando em águas tranquilas, em rumo ao caminho desconhecido (ou não), afim de me libertar dessa infinidade de águas que insistem em calhar no barco. Mas ao longe, em meio a neblina, eu vejo uma luz, onde tudo indica de que é um porto seguro. Enfim... Terra a vista!