segunda-feira, 22 de abril de 2013

Ponto de ônibus.

Hoje me parecia um dia normal, sendo mais uma rotina cansativa de trabalho. O tempo estava meio sol, meio chuva (estava meio louco). Após o horário da minha saída do trabalho, eu vou de encontro ao ponto de ônibus, que como qualquer dos outros dias, parecia apenas um ponto de ônibus. Porém, ao ficar uns 10 minutos esperando (avulso como sempre), eu comecei a senti um cheiro de um perfume que me lembrava um certo lugar. Juro, que naquele instante, eu lembrei de todas as coisas em que eu passei, e em tudo que vivi lá. E esse aroma por assim dizer, me fez pensar em tantas coisas, que por vários momentos, eu esqueci que estava naquele ponto. Mas, com o sopro do vento, tudo isso se desfez na minha cabeça, levando para bem longe o perfume, que por muito tempo eu não sentia. É... De uma coisa eu tenho certeza: Tudo passa. Até meu ônibus... Droga! Perdi!

2 comentários:

  1. Que texto bacana, Lucas. Tem um enredo legal que é o cotidiano. Foi inesperado saber que você perdeu o ônibus, adorei a analogia.
    Sem dúvidas existem coisas que retornam a nossa mente quando menos esperamos, é o caso de um cheiro, um jeito, um sorriso... sutilezas. Ainda que tenha perdido seu ônibus, certamente se não fosse assim não teria a chance de contemplar aquele aroma que te remeteu ao lugar de boas lembranças.

    Continue sensível sempre com as suas palavras, e assim veras você através de cada uma delas.

    Beijos,
    Ninha.

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  2. Obrigado pelas suas palavras, Ninha! Me sinto honrado! hahahaha
    Beijooooooos!

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