quarta-feira, 3 de abril de 2013

O marujo ainda vive...

Estou a deriva de um barco, em pleno mar. Depois que as tempestades pararam de assolar meu coração, a maré abaixou. Me vejo navegando em águas tranquilas, em rumo ao caminho desconhecido (ou não), afim de me libertar dessa infinidade de águas que insistem em calhar no barco. Mas ao longe, em meio a neblina, eu vejo uma luz, onde tudo indica de que é um porto seguro. Enfim... Terra a vista!

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